Estado de saúde de Dilma é estável e ela está medicada, diz hospital
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) continua internada no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Boletim divulgado às 11h40 de hoje informa que ela está estável e medicada. "A paciente encontra-se estável com o uso de medicação analgésica", diz o boletim. 
Em abril, Dilma disse que não iria transformar seu tratamento num espetáculo midiático. "Devo satisfação e gratidão ao povo pelas manifestações de apoio que venho recebendo, mas não vou transformar esse tratamento num espetáculo midiático."
Perdigão e Sadia confirmam megafusão que cria a Brasil Foods

As empresas convocaram entrevista coletiva em São Paulo para esclarecer dúvidas sobre a transação. Participam os presidentes dos conselhos da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e da Perdigão, Nildemar Secches --ontem, eles jantavam em um restaurante em São Paulo enquanto o contrato era assinado.
Lula propõe ampliação de troca comercial à China
A China se transformou em abril deste ano no principal parceiro comercial do Brasil, ao alcançar uma troca comercial de US$ 3,2 bilhões, superando pela primeira vez na história os Estados Unidos, que nesse mês contabilizou uma troca de US$ 2,8 bilhões.
Segundo dados oficiais brasileiros, o volume de comércio bilateral entre Brasil e China alcançou os US$ 36,44 bilhões em 2008, um aumento de 55,9% com relação ao ano anterior.
Apesar deste forte crescimento, o presidente disse que está "empenhado em ampliar e diversificar" essa troca e que assumiu "o desafio de explorar o imenso potencial de investimentos" que as duas economias oferecem.
Depois da inauguração do centro, Lula presidiu, junto com o vice-primeiro-ministro Zhang Dejiang, à cerimônia de encerramento do "Seminário Brasil-China: Novas Oportunidades para a Parceria Estratégica", que foi assistido por 220 empresários brasileiros que acompanham o presidente.
"Queremos aumentar nosso comércio bilateral, que continuou crescendo mesmo durante a crise econômica", assinalou Lula.
A troca comercial entre os dois países se baseia fundamentalmente na venda de soja, petróleo e ferro do Brasil à China, mas também existe a cooperação em tecnologia de satélites e, com esta visita, Lula espera a ampliação de setores como o biocombustível e a carne.
Diante desta capacidade, Lula ofereceu à China a possibilidade de investir em infraestrutura e no setor petroleiro através da Petrobras, que já coopera com as chinesas Sinopec e China National Petroleum Corp (CNPC).
Lula chegou ontem a Pequim da Arábia Saudita em uma visita de três dias, e está previsto que na tarde desta terça (horário local) se reúna com o primeiro-ministro, Wen Jiabao, e o presidente, Hu Jintao, com quem assinará uma série de acordos.
No jornal local de São Paulo
O governador José Serra foi o convidado para falar das despoluição do Tiête e rio Pinhieiros.


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ONU confirma nomeação de Bill Clinton como enviado especial para o Haiti
Objetivo é tentar atrair investimentos para o país devastado. Ex-presidente acompanhou secretário-geral em visita ao país em março.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, confirmou nesta terça-feira (19) a nomeação do ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton como enviado especial da entidade para o Haiti.
O objetivo é usar a popularidade de Clinton para atrair investimentos ao país, devastado pela guerra civil.
Clinton, que juntou esforços para ajudar a empobrecida nação caribenha a se recuperar dos impactos devastadores de quatro furacões no ano passado, acompanhou Ban em uma visita ao Haiti no início deste ano.
Durante a visita ao Haiti em março, Clinton e Ban disseram estar impressionados pelo potencial de crescimento do Haiti e pediram que o governo do país explorasse rapidamente termos favoráveis de comércio com os Estados Unidos e a presença de cerca de 9.000 soldados de paz da ONU.
Outro diplomata disse que Clinton é uma "escolha excelente" para ajudar a destravar o potencial do Haiti para investimentos.
Ban disse que a nação caribenha, o país mais pobre das Américas e marcado por uma história de violência e conflitos políticos, fez progresso em restabelecer a paz e a estabilidade mas deve fazer mais para atrair investimento.
A Organização das Nações Unidas disse que a mão-de-obra barata, a proximidade com os EUA e com o Canadá e o acesso livre de impostos que o Haiti pode ter ao mercado norte-americano nos próximos nove anos pode impulsionar um futuro de crescimento econômico ao país.

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